DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DA CASA
Segunda -Feira
16:30 - Grupo de Estudos ( Evangelho e Obras de André Luis)
18:30 -Atendimento Fraterno e Apoio Vibratório
19:00 - Sessão Doutrinaria e Passes
Terça - Feira
18:45 - Grupos de Estudos (CIED E ESDE)
Quinta- Feira
18:30- Atendimento Fraterno
19:00- Sessão Doutrinaria e Passes
19:45- Grupo de Estudos Trabalhadores
Sábado
10:30 Evangelização Infantil e Jovens
Trabalho Social, com distribuição de ranchos para pessoas carentes.
OBS: somente para os que são cadastrados em nossa casa.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Histórico

SOCIEDADE ESPIRITA BENEFICENTE JOANA D’ARC

HISTÓRICO
Fundação 06/01/1935 sito a rua Avenida Borges de Medeiros, na residência do sr. Octacílio Peres Matriz Sociedade Beneficente e Propagadora da Doutrina Cristã de Porto Alegre. Sob os auspícios de Joana D’Arc com sede em porto Alegre.
Primeiros Trabalhos –16/03/1935 Propagação da Doutrina e leitura do Evangelho Segundo oEspiritismo e Comunicações Espíritas do livro Revelação dos Papas nas terças e sextas feiras das 20:30 hs ás 21:30 hs.
Fundadores: Acacilia Gonçalves Capellão Peres, Francisco Mathias de Bittencort, Arlinda Gonçalves Capellão, Bráulio Mesquita , Euclides Teixeira, Gontran Saraiva.
Presidente: Acacilia Capellão Peres
Vice- Presidente Francisco Mattias de Bitencourt
Tesoureiro: Dr João Baptista Guimarães
Diretora Assistencial: Maria do Carmo Pereira Agra
Secretário: Euclides Teixeira
Primeira Doutrinadora – Acacilia Capellão Peres em 14/06/1935. Estavam presentes os médiuns Zulmira M. Pereira, Jovelina da Silva, Manoel Quirino Pereira, Osvaldina Santos.
ATA DE FUNDAÇÃO
Em 25 de agosto de 1935 as 20:00 hs na residência de Octacílio Peres foi declarado o desmembramento desta sociedade com matriz em Porto Alegre Sociedade Beneficente e Propagadora da Doutrina Cristã sobre os auspícios de Joana D’arc, passaria a ser denominada Sociedade Espírita Beneficente Joana D’Arc.
Provisoriamente com sede na residência de Octacílio e Acacilia Peres a Av. Borges de Medeiros.
Em 25/08/1940 – Reunião da diretoria e posse da sede própria desta Sociedade á Rua General Osório 1805 ás 21:00 hs.
Presidente : Acacilia Capellão Peres
Vice- Presidente: Euclides Teixeira
Tesoureira: Didia Bizarro Teixeira
Secretário: Gontran Saraiva
Em 05/03/1945ás 20:00 hs Fundado a Escola Espiritual Dominical, sob o nome de Escola Espírita irmã Eusebia a qual funcionará todos os domingos pela manhã em horário determinado previamente sob a direção de Acacilia
Peres alunos inscritos 115 assiduos 107.

L a cruzada Espírita de Amparo aos pequeninos, fornecendo medicamentos e assistência médica a qual foi dado o nome de Dr. Adolpho Bezerra de Meneses.
Na mesma reunião ficou decidido a criação do consultório dentário pelo sr. Dr. João Pompilio de Almeida Filho e o Sr. Dr. Euclides Teixeira a prestarem serviços gratuitos aos carentes em dia e hora pré-determinado ao qual foi dado o nome do Dr. Francico Fajardo.
Em 28/08/1949 ás 15:00 hs foi apresentado um teatro pela juventude cujo nome da peça O sonho do dirigente e as tres virtudes fé, esperança e caridade em 3 atos.
Em 24/08/1953
Assembléia extraordinária pelos 18anos de fundação da casa e votação de diretoria:
Presidente – Acacilia Peres, vice-presidente Euclides Teixeira, 1ª tesoureira Hedy Kern 2ª Didia B. Teixeira, secretaria Hedy Kern e Decio Kern bibliotecária Nair Bilhar dos Reis Enedina B. Saraiva, colaboradores: Gontran Saraiva, João Carlos Teixeira, Otacílio P. da Silva, Rubens Kern, Maria Jesus Brito, Eva Brito de Freitas, Norma B. Saraiva, Maria Teixeira Kern, Eva Medeiros, Clementina Lautert Capelão (Dna Cucha), Laura Maria, Ana Lopes de Azevedo, Paulo Saraiva, Vanda Jaconi, Vanda Saraiva, Ney Viana, Aimar Rios de Almeida,
Em 20/12/1953 Festa de Natal, com distribuição de roupas e doces para as crianças da evangelização e algumas crianças necessitadas com muitos cortes de fazenda sendo evangelizadora sr. Acacilia Peres, apresentação de cantos e recitação de poesias.
Em 30/05/1954 Comemoração ao aniversario da patrona da Casa Joana D’Arc com distribuição de presentes tecidos de pelúcia para adultos e crianças.
Em 25/08/1955 eleição nova diretoria Presidente Euclides Teixeira, vice João Carlos Teixeira, secretários Rubens Kern e Décio Kern, tesoureiras Didia Teixeira e Enedina Saraiva, bibliotecária Maria Brito, diretora espiritual Acacilia Peres, colaboradoes Maria Teixeira Kern, Clementina L Capelão, Eva Reis Machado, Fernandes Silva, Jocelina Gomes Joaquim, Eva Medesios , Eva Brito, Otacílio P da Silva, Gontran Saraiva e Adão R . Martins.
Em 28/08/1955 Aumento da construção da casa. Presentes sr. Francisco Spinelli, presidente da FERGS, General Floriano Oliveira Farias representante da S E Allan Kardek de Porto Alegre caravanas Victor Vergara, Noecy B da Silva do posto de saúde local Dr. Davi Davila , tenente Ivo Castanho, junta militar Delegacia Policial Pery Saraiva Prefeito Sr Nardi de Farias Alvim
Em 26/01/1958 foi eleito presidente Sr Aimar Rios de Almeida presidente substituindo Sra.Didia Bizarro Teixeira.
Apartir de l968 não aparece mais o nome de Acacilia Peres nas atas, e neste mesmo ano foi trocada toda a diretoria tendo assumido por presidente Dr. João Carlos Teixeira vice-presidente sr. Aurélio Pereira da Silva.
Em agosto de l970 0 vice-presidente Aurélio Pereira da Silva desencarnou sendo substituído por Dona Mauricia Silveira
Em l972 Trocou a diretoria –Presidente João Carlos Teixeira vice Manoel Quirino Pereira.
Em 05/09/1975 á 1977 foram Presidente João Carlos Teixeira e vice Manoel Braulino Silva.
Em 24/08/1977 Acacilia Peres doou sua residência partícula a sociedade Espírita Joana D’arc, preservando em uso fruto da mesma.
Em 10/07/1978 criado departamento de corte e costura sendo ministrado por Literezinha Francisca de Andrade.
Em 30/03/1985 Presidente da casa Dr João Carlos Teixeira desencarnou, foi convocada uma assembléia extraordinária para votação de nova diretoria.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Mensagem do Dr. Bezerra de Meneses

MENSAGEM DO DR. BEZERRA DE MENESES

NOTEM QUE TODA MENSAGEM DESTE BALUARTE PEDE REFORMA INTERIOR...
PORTANTO, NO ACERTO DE CONTAS CONOSCO MESMOS NÃO PODEREMOS DIZER QUE
NÃO FOMOS AVISADOS!!!





Espíritas!
Assumistes um compromisso antes do berço. Firmastes no Além um
documento de responsabilidade para proclamar o Reino de Deus na Terra
no momento das grandes aflições.
Pedistes o testemunho e o sofrimento para respaldarem a qualidade da
vossa tarefa.
Não recalcitreis, pois, ante o espinho do testemunho.
Permanecei solidários para que não experimenteis solidão.
Cantai um hino de louvor e de bem-aventuranças, para que as vossas não
sejam as lágrimas do remorso, ao contrário, sejam as da gratidão.
Não postergueis o momento da renovação interior.
Se colheis, por enquanto, os cardos e se sorveis a taça da amargura
que preparastes antes, semeai paz, alegria e amor para a colheita do
futuro.
O Espiritismo é Jesus voltando de braços abertos e trazendo no Seu
séquito os corações afetuosos que vos anteciparam na viagem de volta
ao Grande Lar, e que, numa canção de júbilo, agradecem a Deus a honra
de participarem da Era Nova do Espírito imortal.
Tornai-vos sábios na simplicidade, na cordura , na gentileza e ricos
na compaixão.
O amor cobre a multidão dos pecados e a compaixão coroa o amor de ternura.
Começando por agora, aqui, o trabalho de lapidação do caráter para
melhor, conseguireis, como estamos tentando conseguir, a palma da
vitória.
Nada que vos atemorize. Que mal podem fazer aqueles que caluniam, que
mentem, que perseguem, se tudo quanto fizerem perde o seu sentido no
túmulo?
Jornaleiros da imortalidade, avançai cantando Jesus para os ouvidos
mocos do mundo, e apresentando-O para os que se ocultaram nas furnas
da loucura, das sensações e do despautério.
Hoje é o momento sublime de construir e, em breve, o momento de ser feliz.
Muita paz, meus filhos, com todo carinho, o servidor humílimo e
paternal de sempre,

Bezerra

(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao
final da conferência pública, realizada no Grupo Espírita André Luiz,
no Rio de Janeiro, na noite de 26 de agosto de 2010.)

Seminario com Divaldo Pereira Franco

Filme Nosso Lar

A FORÇA DO AMOR


“O encerramento do 3º Congresso Espírita Brasileiro, na visão dos Espíritos, relatado por Yvonne do Amaral Pereira (espírito)”.

(Mensagem psicográfica recebida por Marta Antunes de Moura, na Federação Espírita Brasileira, em Brasília, no dia 22 de abril de 2010.)

Amigos e irmãos, abraço-os fervorosamente.

Nesta oportunidade, desejo compartilhar com os companheiros um fato relacionado ao suicídio que resultou numa série de ações, desenvolvidas ao longo de 18 meses, aproximadamente, mas cujo desfecho superou todas as expectativas, mesmo as inimagináveis.

As regiões de sofrimento onde vivem os suicidas, de todas as categorias, são inúmeras e vastas nos planos do Espírito. Brotam de um dia para outro, pois os excessos da Humanidade têm reduzido o tempo de reencarnação para um número significativo de pessoas. Os atentados contra a manutenção da saúde física, mental e psicológica atingem cifras realmente assustadoras.

A campanha Em Defesa da Vida, conduzida pelos espíritas, é ação que ameniza a situação. Mas algo mais intenso e abrangente, que envolva a sociedade, urge ser desenvolvido.

Assim, passamos ao nosso relato.

Localizamos em determinado nicho, em nosso plano, uma comunidade de suicidas vivendo em situação precária, em todos os aspectos. Chamava a nossa atenção que tal reduto de dor nunca reduzia de tamanho. Ao contrário, contabilizávamos um número crescente, dia após dia. Procurando analisar a problemática por todos os seus ângulos, verificamos que no local, incrustado em espaço de difícil acesso, existia uma espécie de “escola” – se este é o nome que se pode utilizar – cujos integrantes se especializaram em indução ao suicídio: técnicas, recursos e equipamentos sofisticados eram desenvolvidos para que encarnados cometessem suicídio.

O suicida era, então, conduzido à instituição e, sob tortura, a alma sofredora fornecia elementos mentais que serviam de alimento à manutenção de diferentes desarmonias que conduzem o homem ao desespero.

Fomos surpreendidos pela existência de tal organização e estarrecidos diante do fato, de como a alienação, associada à maldade, pode desestruturar o ser humano.

Após tomar conhecimento dos detalhes, um plano de trabalho foi definido, depois que um mensageiro de elevada região veio até nós.

Durante algum tempo pelejamos para sermos adequadamente preparados, inclusive aprendendo a liberar vibrações mais sublimadas, a fim de fornecer a matéria mental e sentimentos puros que pudessem erguer um campo de força energético ao redor do local.

Almas devotadas estiveram conosco permanentemente, instruindo-nos e nos revelando a excelsitude do amor. Entretanto, era preciso fazer algo mais. Desfazer a organização não representaria, em princípio, maiores problemas; o desafio seria convencer os instrutores a não fazer mais aquele tipo de maldade. Várias tentativas foram envidadas, neste sentido. Orientadores da Vida Maior foram rejeitados e até ridicularizados. Nada conseguíamos com os dirigentes daquela instituição, voltada para a prática do suicídio.

Mas, a vitória chegou, gloriosa, no final da tarde de domingo último(1), quando, convidados a participar do encerramento do Congresso, aqueles dirigentes presenciaram a luminosidade do amor. Conseguiram, finalmente, ver o significado da vida, a sua importância e fundamentos.

Foram momentos de grande emoção que envolveu a todos nós, quando uma nesga de luz desceu sobre os encarnados e desencarnados no exato instante em que todos, em ambos os planos da vida, se deram as mãos e cantaram a música em prol da paz.

A nesga de luz se alargou, cresceu, envolveu a todos. A força do amor jorrou plena, e, em sublime explosão, rompeu o ar, circulou sobre a cabeça de todos, espalhou-se como poderosa onda para além do recinto, ganhando a cidade.

Brasília se nimbou de luz, no ar, no solo, nas águas. À nossa visão estupefata e maravilhada parecia que uma nova estrela estava surgindo. Os seres da Criação, vegetais, animais e hominais, os elementos inertes, rochas e minerais, as construções humanas, prédios, edifícios, avenidas, bancos, repartições públicas e privadas, residências, tudo, enfim, foi banhado por luz pura e cristalina que jorrava do alto.

Célere, a bela luminosidade espalhou do coração da Pátria para todos os recantos do Brasil, das Américas, da Europa, África, mais além, no Extremo e Médio Oriente, atingindo todos os continentes, países e cidades. Alcançou os pólos do Planeta, girou, em bailado sublime, por breves minutos ao redor da Terra e se prolongou mais além, em direção ao infinito.

Jesus tinha se aproximado do Planeta, em brevíssima visita de luz, amor e compaixão.

Jamais presenciei tanta beleza e tanta paz!

Com afeto.

Yvonne Pereira

(1) Domingo, 18 de abril de 2010: dia do encerramento do 3º Congresso Brasileiro. Todos os presentes cantavam, emocionados, a música pela paz.

Encontro em Triunfo

Componentes da mesa para Palestra

Palestra com sr. Roberto Jobin no Alvi negro

Pequenos Trabalhando

Encontro do DIJ em Taquari

Recreação

Minhas pequenas lindinhas

Apresentação do trabalho

Encontro em Triunfo

Pequenos Evangelizandos

Jovens Evangelizandos

Evangelizandos

Feira do Livro

POEMA DE GRATIDÃO

Poema da Gratidão


Senhor Jesus, muito obrigado !
Pelo ar que nos dás,
pelo pão que nos deste,
pela roupa que nos veste,
pela alegria que possuímos,
por tudo de que nos nutrimos.
Muito obrigado,
pela beleza da paisagem,
pelas aves que voam no céu de anil,
pelas Tuas dádivas mil !
Muito obrigado, Senhor !
Pelos olhos que temos. . .
olhos que vêem o céu,
que vêem a terra e o mar,
que contemplam toda beleza !
Olhos que se iluminam de amor
ante o majestoso festival de cor
da generosa Natureza !
E os que perderam a visão ?
Deixa-me rogar por eles
ao Teu nobre coração !
Eu sei que depois desta vida,
além da morte,
voltarão a ver com alegria incontida. ..
Muito obrigado pelos ouvidos meus,

pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigado, Senhor, porque posso escutar

o Teu nome sublime, e, assim, posso amar.

Obrigado pelos ouvidos que registram:

a sinfonia da vida,

no trabalho, na dor, na lida. . .

o gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,
as lágrimas doridas do mundo inteiro e a voz longínqua do cancioneiro. . .
E os que perderam a faculdade de escutar ?

Deixa-me por eles rogar. . .

Eu sei que no Teu Reino voltarão a sonhar.

Obrigado Senhor pela minha voz.

Mas também pela voz que ama,

pela voz que canta,

pela voz que ajuda,

pela voz que socorre,

pela voz que ensina,

pela voz que ilumina. . .
pela voz que fala de amor, Obrigado, Senhor !
Recordo-me, sofrendo, daqueles

que perderam o dom de falar

e o teu nome sequer podem pronunciar ! . . .

Os que vivem atormentados na afasia

e não podem cantar nem à noite, nem ao dia. . 
 Eu ti suplico por eles
sabendo que mais tarde,

no Teu Reino, voltarão a falar.

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas,

alavancas da ação, do progresso, da redenção.

Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,

pelas mãos que fazem ternura,

e que socorrem na amargura;

pelas mãos que acarinham,

pelas mãos que elaboram as leis

e pelas que as feridas cicatrizam

retificando as carnes partidas,

a fim de diminuírem as dores de muitas vidas !

Pelas mãos que trabalham o solo,

que amparam o sofrimento e estancam lágrimas,
pelas mãos que ajudam os que sofrem, os que padecem. . .
Pelas mãos que brilham nestes traços, como estrelas sublimes fulgindo nos meus braços !

. . . E pelos pés que me levam a caminhar,
ereto, firme a marchar,

pés da renúncia que seguem

humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,

os que estão retidos na expiação

por crimes praticados noutra encarnação. . .

Eu rogo por eles e posso afirmar

que no Teu Reino, após a lida

desta dolorosa vida,
poderão bailar

e em transportes sublimes com os seus braços também afagar.

Sei que lá tudo é possível 

quando Tu queres ofertar,

mesmo que na Terra pareça incrível !

Obrigada, Senhor, pelo meu lar,

o recanto de paz ou escola de amor,

a mansão de glória

ou pequenino quartinho,

o palácio ou tapera, o tugúrio ou a casa de miséria !

Obrigada, Senhor, pelo amor
que tenho e
pelo lar que é meu. . .

Mas, se eu sequer
nem o lar tiver

ou teto amigo para me abrigar

nem outra coisa para me confortar,

se eu não possuir nada,

senão as estradas, e as estrelas do céu como sendo o leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir,

vivendo e chorando sozinho, ao léu...

Sem um alguém para me consolar

direi, cantarei, ainda:

Obrigada, Senhor,

porque Te amo e sei que me amas,

porque me deste a vida jovial,

alegre, por Teu amor favorecida...

Obrigada, Senhor, porque nasci !

Obrigada, porque creio em Ti !

. . . E porque me socorres com amor,

hoje e sempre,
Obrigada, Senhor !
Amélia Rodrigues





O Poema da Gratidão é, antes de tudo, uma prece de agradecimento a Deus. É o ser humano, expressando esse sentimento de forma bela e poética. Ressalta, com muita beleza, os atributos do Espírito imortal, a se refletir no hoje e o quanto podem ser úteis produzindo no campo do Bem e do Amor. Evidencia que as mãos, em ações altruísticas e no trabalho edificante, são propulsoras do progresso e da evolução.

É, sobretudo, um hino magnífico, que exalta a reencarnação, abrindo perspectivas de esperança, de novas e sucessivas etapas através dos tempos, nas quais os que sofrem encontrarão a recompensa merecida.

Essa bela oração gratulatória, do Espírito Amélia Rodrigues, foi psicografada por Divaldo P.Franco, em Buenos Aires, Argentina, em 21 de novembro de 1962, que passou a apresentá-la ao finalizar as suas palestras. No momento do encerramento, quando Divaldo pronuncia as primeiras frases do poema, unem-se os pensamentos e vibrações do público presente e, como um majestoso concerto, seus acordes repercutem harmoniosamente, levando a mensagem de gratidão a Deus pela amplidão afora.

Suely Caldas Schubert