DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DA CASA
Segunda -Feira
16:30 - Grupo de Estudos ( Evangelho e Obras de André Luis)
18:30 -Atendimento Fraterno e Apoio Vibratório
19:00 - Sessão Doutrinaria e Passes
Terça - Feira
18:45 - Grupos de Estudos (CIED E ESDE)
Quinta- Feira
18:30- Atendimento Fraterno
19:00- Sessão Doutrinaria e Passes
19:45- Grupo de Estudos Trabalhadores
Sábado
10:30 Evangelização Infantil e Jovens
Trabalho Social, com distribuição de ranchos para pessoas carentes.
OBS: somente para os que são cadastrados em nossa casa.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CD EVANGELIZAR É AMAR





O CD possuí 26 músicas do Movimento Espírita de todo Brasil para crianças, jovens e adultos.

1. DOR E CONFIANÇA
(Allan Kardec Filho)
2. MESTRE JESUS
(Dani Angelo Medina)
3. NUNCA PERCA A ESPERANÇA
(Dani Angelo Medina)
4. MAR DA VIDA
(Allan Kardec Filho)
5. CAMINHO VERDADE E VIDA
(Denis Soares)
6. SENTIMENTO LINDO
(Dani Angelo Medina)
7. CHAMADO
(Anderson Silveira)
8. JUVENTUDE E VIDA
(Tim/Lúcio Abreu)
9. MENSAGEM ESQUECIDA
(César Tucci)
10. REENCARNAÇÃO
(Clésio Tapety)
11. O EVANGELHO ILUMINA
NOSSO LAR
(Dani Angelo Medina)
12. PURO AMOR
(Anderson Silveira)
13. ORAÇÃO
(Antonio Carlos Boza)
14. NA FAZENDA
(James Marota)
15. O TRENZINHO DA CARIDADE
(Angelo P. Junior)
16. DIVIDIR
(Fábio Amorim)
17. CATIVAR É AMAR
(Domínio Público)
18. PAI DO CÉU
(Fábio Amorim)
19. A DANÇA DO CARINHO
(Anderson Silveira)
20. NÃO É MOLE NÃO
(Cesar Tucci)
21. A VIDA É UMA CHANCE
(Marcelo Zago)
22. A OBRA DO CRIADOR
(Dani Angelo Medina)
23. EM CADA AMANHECER
(Anderson Silveira)
24. DROGAS NÃO
(Marcelo Zago)
25. ABRA SEU CORAÇÃO
(Giuliano Teixeira Wichmann)
26. A CASA DO EVANGELHO
(Dani Angelo Medina)
  

PROJETO " CONTE MAIS"







1.                O QUE É
É uma proposta didática de educação da inteligência emocional e da construção da identidade moral positiva da criança e do jovem que utiliza o recurso de contação ou leitura de história com uma mensagem que educa a emoção e o sentimento, através da linguagem simbólica.

2.                OBJETIVO
Oferecer recurso educativo de boa qualidade para ser utilizado por pais e educadores para:
·   Socializar a criança;
·   estimular: o gosto pela leitura, a imaginação, a criatividade, a fala, a escrita e as boas atitudes;
·   prevenir a violência, a agressividade e o crime.

3.                COMO É
O “Conte Mais” é composto dos volumes 1, 2, 3 e 4. Cada volume é organizado por temas morais como: o amor à Deus, à verdade, ao próximo, a si, ao estudo, além de boas maneiras, bondade, caridade, fraternidade, obediência, o valor da oração, perdão, solidariedade, entre outros. As histórias são agrupadas nos volumes por faixa etária e são direcionadas para pais, educadores e leitores de todas as idades.

A “Coleção Conte Mais” é composta de livros ilustrados, dirigidos ao público infantil, com histórias contidas no “Conte Mais” – volumes, como:

·   A Fuga do Zé – Trata sobre a necessidade de autonomia da criança, do acolhimento incondicional da família, dos valores e atividades cultivadas no lar e eficácia da fé e da prece.

·   O Gatinho Mimoso – Trata sobre o defeito da gula, a questão da alimentação adequada e abre espaço para o debate com a criança sobre a questão da drogadição. Saber escolher o que é conveniente. Saber dizer “sim” e “não”.

·   O Sonho de Carolina – Trata sobre a colaboração no lar, trabalha a intuição da criança, desenvolve a capacidade de reflexão e julgamento dos próprios atos e atitudes e desperta para a valorização do corpo físico.
·   O Biscoitão Redondo – Trata sobre a providência divina, a origem da vida, as profissões, a interdependência e a interação que existe entre a natureza e os seres humanos; o sentimento de gratidão.

·   O Passeio da Estrelinha Azul – Edição comemorativa ao Bicentenário de Hans Christian Andersen. Trata da questão da prática da caridade, da bondade e seus efeitos salutares e a interação que existe entre a natureza e o ser humano, ambos criados por Deus.

·   A Borboleta Amarela – Tem como tema: Deus – Pai e Criador. A história destaca as belezas simples que existem na natureza e a interação positiva que a criança, a partir da observação, pode fazer com as mesmas concluindo que Deus é nosso Pai e Criador de todas as coisas naturais e que existe uma outra dimensão mais sutil de vida, mais perfeita e que podemos interagir com ela, buscando equilíbrio.

·   A Formiga e o Gafanhoto – Os temas morais abordados na história são o perdão, a solidariedade e a fraternidade. A trama que envolve os personagens induz a criança a refletir que não vale a pena guardar ressentimento e que o perdão é o melhor caminho para a felicidade.

·   As Sementes Contaram e O Arrependimento de Diego – São duas histórias em um único livro que abordam o amor à verdade. O leitor infanto-juvenil percebe que a mentira sempre será descoberta e que a melhor atitude é sempre dizer a verdade e assumir as conseqüências de seus atos.

Cada Livro Ilustrado Infantil possui seu Livro de Atividades. O educador, poderá reproduzir as imagens, reduzi-las ou ampliá-las, permanecendo com o material original intacto, para ser utilizado em novas propostas de atividades. De acordo com a proposta pedagógica as crianças poderão: colorir, recortar, colar; fazer teatro de varas, fantoches, máscaras, cineminha; montar: painel, maquete, quebra-cabeça, seqüência lógica dos fatos, flanelógrafo, mobilis; recriar as histórias; copiar e dramatizar.
E, muito mais, de acordo com a criatividade das crianças e dos educadores.
É uma atividade pedagógica do “aprender fazendo”. Não só ouviu e ver as histórias com seus personagens, com a sua mensagem moral positiva, com o bom exemplo, mas agindo e interagindo com essas situações e fixando na sua mente infantil os valores morais trabalhando nas histórias, da coleção “Conte Mais”.
É uma proposta educativa de construção de identidade moral positiva, na área da educação moral e religiosa que apresenta um “guia de valores” a ser absorvido pela mente infantil. A linguagem simbólica literária “fala” à emoção da criança e é internalizada por ela. A educação da emoção vai balisar a boa conduta ética e moral futura.
Essas atividades ajudam a desmitificar de falsos ídolos, dos super-heróis com os seus super poderes (totalmente anormais) tão em moda na mídia infantil.
A criança, interagindo com os livros e as atividades da coleção “Conte Mais”, se identifica com as atitudes, sentimentos e emoções dos personagens, percebe que ela mesma é artífice da sua vida, do seu destino. Se autodescobre, começa a se autoconhecer.
Na execução das tarefas e atividades propostas com o seu grupo de colegas e amiguinhos ela vai aprender a conviver e compartilhar experiências, aceitar e compreender o outro, enfim, a conviver em harmonia, respeitando os direitos dos outros.
Além do ótimo conteúdo moral das histórias, destaca-se a beleza plástica do material que desperta a curiosidade sadia da criança que busca, naturalmente, informações positivas e criativas.
A Editora Francisco Spinelli edita material didático na área educativa infanto-juvenil para pais, educadores e evangelizadores, oferecendo entretenimento sadio para as crianças utilizarem em casa, na sala de aula ou na biblioteca.
O material está sendo comercializado na Livraria Francisco Spinelli.
4.                PROPOSTA EDUCATIVA
A proposta educativa das histórias apresenta um conteúdo que está de acordo com as proposições dos quatro pilares da educação para o século XXI, apresentados pelo educador francês Edgar Morin e que fazem parte do relatório de Jaques Delors, da UNESCO:
·         Aprender a Conhecer – As histórias exploram a curiosidade sadia da criança e do jovem na busca de informações positivas para a estruturação de uma consciência crítica, de uma abertura para o novo, de uma identificação com a natureza e com os outros.
·   Aprender a Fazer – As histórias estimulam a busca de novos caminhos, novos conhecimentos, a coragem de executar planos, correr riscos, de mudar, crescer e superar o conhecimento teórico verbal, errar e refazer a experiência.
·   Aprender a Conviver – As histórias mostram a importância de compartilhar experiências sociais, de construir uma identidade própria e cultural, crescer juntos com alteridade, respeitando as diferenças, combatendo o egoísmo e o individualismo, desenvolvendo habilidades, atitudes e nos definindo como humanos.

·   Aprender a Ser – As histórias ajudam a criança e o jovem a perceberem-se um ser extraordinário, único, nas dimensões do seu pensar e agir, que cada um tem talento, criatividade e comportamento peculiar; e a penetrarem na essência da sua humanidade. Descobrir-se enquanto ser integral – bio-psico-socio-espiritual, penetrar na sua essência divina e conscientizar-se de sua concepção de ser imortal.

5.      COMO FAZER
A Coordenação do Projeto “Conte Mais” dispõe de uma equipe de educadores para trabalhar com professores, nas Escolas ou Secretarias de Educação dos municípios e nas feiras de livros, com oficinas como:
·   A Arte de Contar Histórias.
·   A Importância da Literatura Infanto-Juvenil para a estrutura de uma personalidade sadia e equilibrada.
·   A Literatura Infanto-Juvenil como forma de:
·   Socializar a criança.
·   Estimular o gosto pela leitura.
·   Prevenir a agressividade e a violência.
·   Promover a inclusão.
·   Estimular a imaginação, a criatividade, a fala, a escrita e as boas maneiras.
·   Como aplicar a Coleção “Conte Mais” no trabalho pedagógico da Sala de Aula.

Gestora do Projeto: Denise Garcia, Diretora do Departamento de Pesquisa e Estudo.

BIBLIOGRAFIA DE JOSÉ RAUL TEIXEIRA

José Raul Teixeira




José Raul Teixeira (Niterói, 7 de outubro de 1949) é um médium brasileiro.
Sexto e último filho de Raul dos Santos Teixeira e Benedicta Maria da Conceição, é licenciado em Física pela Universidade Federal Fluminense, Mestre em Educação pela mesma Universidade e Doutor em Educação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Exerce o cargo de professor na Universidade Federal Fluminense.
Em Niterói, junto de alguns companheiros de ideal, fundou, em 4 de setembro de 1980, a Sociedade Espírita Fraternidade (SEF), da qual é Diretor. Através do seu departamento social Remanso Fraterno, a SEF desenvolve um trabalho de assistência a crianças socialmente carentes da região e a seus familiares, apoiando-as material e moralmente.
Raul Teixeira, como é conhecido no movimento espírita, é um orador muito requisitado no Brasil e no exterior, já tendo visitado todos os estados do Brasil e dezenas de países levando a mensagem espírita.
Psicografou diversas obras, ditadas por vários espíritos, num total de vinte e seis livros publicados até o ano de 2006. Desses livros, alguns foram traduzidos para o espanhol, o inglês e o italiano, sendo que os direitos autorais de todos eles pertencem à obra social Remanso Fraterno, para possibilitar os serviços que presta à comunidade.
Bibliografia

Livros psicografadosA Carta Magna da Paz (pelo espírito Camilo)
Cântico da Juventude (pelo espírito Ivan de Albuquerque)
Cintilação das Estrelas (pelo espírito Camilo)
Correnteza de Luz (pelo espírito Camilo)
Desafios da Meduinidade (pelo espírito Camilo)
Desafios da Vida Familiar (pelo espírito Camilo)
É Melhor ser Amigo - infantil (pelo espírito Levy)
Educação e Vivências (pelo espírito Camilo)
Em Serviço Mediúnico (pelo espírito Hans Swigg)
Exalatação ao Brasil - poesias (pelo espírito Sebastião Lasneau)
Justiça e Amor (pelo espírito Camilo)
Não Vale a Pena Mentir - infantil (pelo espírito Levy)
No Rumo da Sublime Estrela (por diversos espíritos)
Nos Passos da Vida Terrestre (pelo espírito Camilo)
Para uma Vida Melhor na Terra (por diversos espíritos)
Para Uso Diário (pelo espírito Joanes)
Quem é o Cristo (pelo espírito Francisco de Paula Vítor)
Revelações da Luz (pelo espírito Camilo)
Rosângela (pelo espírito Rosângela Costa Lima)
Vereda Familiar (pelo espírito Thereza de Brito)
Vida e Mensagem (pelo espírito Francisco de Paula Vítor)
Vozes do Infinito (por diversos espíritos)

Livros de sua autoria ou em parceria
Diretrizes de Segurança, em parceria com Divaldo Pereira Franco
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 13 de novembro de 2010

                                       Divaldo Pereira Franco
               O Divulgador do Evangelho no Mundo

A figura de Divaldo Pereira Franco se impôs de maneira definitiva no movimento espírita brasileiro e mundial.
Desde jovem, ele tem sido o orador fabuloso, dramático, eloqüente que empolga multidões não apenas no Brasil mas em dezena s países de todas as partes do mundo.
Nesse sentido ele é um desbravador doutrinário apresentando-se em platéias de diversos componentes filosóficos e religiosos, levando a mensagem da doutrina espírita e do trabalho de Allan Kardec..
Pode-se dizer que Divaldo envelheceu dando o melhor de si para o Espiritismo.
Revelando-se médium psicográfico, já editou quase cem livros com temática variada, principalmente sobre moralidade, quase sempre sob a orientação de Joanna de Angelis, o Espírito que lhe acompanha desde sempre.
Simpático e fluente, estrategista habilidoso e adaptativo a situações diversas, Divaldo é a personalidade mais popular e requisitada pelo movimento espírita brasileiro e mundial.
Tornou-se embaixador da Federação Espírita Brasileira, levando o pensamento religioso e evangelizador daquela entidade para todo o Brasil e também para o exterior, principalmente núcleos de brasileiros temporária ou permanentemente domiciliados em vários países da Europa e Estados Unidos, que têm sido pontos de criação de grupos espíritas de orientação envangélico-mediúnico.
É também popular nos países de língua espanhola, onde possui vasta legião de admiradores. É importante salientar que em alguns países e cidades onde os centros mal conseguem 20 participantes fixos, as conferências de Divaldo atraem centenas e até milhares de pessoas.
É difícil salientar o papel que Divaldo tem exercido na formulação e crescimento do pensamento espírita. Seu discurso e seus livros geralmente giram em torno de assuntos mais ou menos repetitivos, em certo tempo, acompanhando o mesmo roteiro literário do médium Francisco Cândido Xavier.
Não houve de sua produção mediúnica já vasta, idéias inovadoras ou de impacto como, por exemplo, as que o Espírito André Luiz produziu.
Poderíamos dizer que ele é, basicamente, o consolidador do pensamento evangélico-espírita no Brasil e no mundo, com sua decidida movimentação em prol do evangelho e da figura de Jesus Cristo, sendo justo salientar sua fidelidade ao trabalho de Allan Kardec.
Na qualidade de médium, ele tem, inclusive, nos últimos tempos, entrado no campo da controvérsia científica, dentro do horizonte histórico do Espiritismo e no aconselhamento psicológico, seguindo a cultura moderna da auto-ajuda.
Vem realizando seminários e debates, inclusive em Universidades.
É, na atualidade, uma espécie de médium-maior do Espiritismo brasileiro, depois de Francisco Cândido Xavier, com a vantagem de sua mobilidade.
Sua presença é exigida em congressos e assembléias mais importantes onde invariavelmente discursa como o personagem central, seja pela sua própria qualidade como pessoa e de conhecedor do Espiritismo, mas sobretudo, como porta-voz do mundo dos Espíritos.
No Conselho Federativo Nacional, departamento da Federação Espírita Brasileira, tem atuado como médium que intermedia invariavelmente mensagens do Espírito Bezerra de Menezes, dentro de um estilo muito particular, dentro da variedade do perfil múltiplo com que esse Espírito se apresenta em vários locais.
Isso não parece importar à sua legião de admiradores nem diminuir o trabalho de divulgador incansável do Espiritismo.
Sua obra assistencial em Salvador, Bahia, tem repercussão internacional.
Qualquer que seja a avaliação que se faça do trabalho de dezenas de anos desenvolvido pelo médium, não se pode negar que por sua personalidade, pela sua dedicação à causa espírita, Divaldo Pereira Franco é, sem dúvida, um dos 20 mais destacados espíritas do século 20.

Divaldo Educador (*)
Desde jovem, Divaldo Franco desejava cuidar de crianças e já acomodava um grande número delas nas antigas instalações da Mansão do Caminho. No sítio de Pau da Lima, em 1956, ele, Nilson, amigos e alunos começaram, com suas próprias mãos, a construção de Casas-Lares, dando início ao método pioneiro no Brasil dos Lares Substitutos. Em seguida, foram construídas Escolas, oficinas profissionalizantes e um Centro de Saúde que inclui um gabinete odontológico, um laboratório e uma pequena farmácia para atendimento não só dos alunos, como também dos seus familiares e da comunidade do bairro.
Em dezessete Casas-Lares da Instituição, foram criados e educados, com especial carinho, os seus filhos adotivos - ao todo mais de 600, e a maioria com família constituída - já lhe deram mais de 200 netos e alguns bisnetos. Muitos desses filhos, hoje emancipados, são: médicos, enfermeiros, professores, contadores, administradores, industriais
Como educador, Divaldo Franco atende cerca de 3.000 crianças e jovens carentes/ano e recebeu o título honroso de "EDUCADOR DO ANO DE 1997", pela Academia Baiana de Educação, em Salvador

Divaldo Médium (*)
Divaldo, muito cedo, apresentou diversas faculdades mediúnicas de efeitos físicos e intelectuais.
Em 1949, psicografou sua primeira mensagem, assinada pelo Espírito Marco Prisco. Em 1964, foi publicado seu primeiro livro, Messe de Amor, recebido do Espírito Joanna de Ângelis, sua Mentora Espiritual. A partir daí, passou a escrever sob a influência de centenas de Seres Espirituais.
Hoje, é considerado um fenômeno editorial, sendo já enorme a sua contribuição para a literatura da Doutrina Espírita. Suas obras atingem recordes mundiais, pois já publicou mais de 140 livros, num total de mais de 23.000 páginas, com mais de 5 milhões de exemplares. Cerca de setenta destas obras já foram traduzidas para 14 idiomas (albanês, alemão, catalão, espanhol, esperanto, francês, holandês, húngaro, inglês, italiano, polonês, sueco, tcheco e turco) - outras nove já estão em processos de traduções. Muitas delas foram traduzidas para mais de um idioma, perfazendo um total de 95, e já estão com várias edições. Catorze dessas obras foram transcritas para o Braille.
Divaldo escreveu diversas mensagens por xenoglossia, isto e, em idiomas que não conhecia, como: alemão, espanhol, italiano, inglês invertido e "africans". O livro "Hacia las Estrellas", psicografado originalmente em espanhol, foi o primeiro livro escrito em idioma que não o do médium, e já foi traduzido para o português, com o título de Rumo às Estrelas.
A produção mediúnica de Divaldo apresenta grande variedade de gêneros (prosas, poesias, crônicas, contos, ensaios, romances, narrações, dissertações etc.), temas (científicos, doutrinários, sociológicos, filosóficos, psicológicos, psiquiátricos, narrativas histórico-evangélicas, relatos da vida após a morte, estudos psicológicos fundamentados no Evangelho e na Codificação Espírita, abordagens de problemas do dia-a-dia - à luz da Doutrina Espírita -, infantis, comportamentais, mensagens etc.) e estilos literários.
Valeram-se do médium para enviar seus pensamentos, fundamentados em Jesus-Cristo e Allan Kardec, 217 Autores e Missivistas Espirituais, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, no pensamento e na religiosidade universais. (JR)

(*) Dados obtidos no site FELSA

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Bibliografia de JOANA DAR'C

A França era um país curvado ao poderio inglês. Não era propriamente um país como hoje é conhecido. Constituía-se de vários feudos.
E foi numa aldeia ignorada até então que, em 1412 nasceu uma criança que se tornaria célebre e célebre faria Domremy.
Filha de pobres lavradores, aprendeu a fiar a lã junto com sua mãe e guardava o rebanho de ovelhas. Teve três irmãos e uma irmã. Não aprendeu a ler, nem a escrever, pois cedo o trabalho lhe absorveu as horas.
A aldeia era bastante afastada e os rumores da guerra demoravam a chegar. Finalmente, um dia, Joana d'Arc tomou contato com os horrores da guerra, quando as tropas inglesas se aproximaram e toda a família precisou fugir e se esconder.
Aos 12 anos começou a ter visões. Era um dia de verão, ao meio-dia. Joana orava no jardim próximo à sua casa, quando escutou uma voz que lhe dizia para ter confiança no Senhor. A figura que ela divisou, identificou como sendo a do arcanjo São Miguel. As duas mensageiras espirituais que o acompanhavam , como Catarina e Margarida, santas conforme a Igreja que ela freqüentava.
Eles lhe falam da situação do país e lhe revelam a missão. Ela deve ir em socorro do Delfim e coroá-lo rei de França.
Durante 4 anos , ela hesitou e a história de suas visões começou a se espalhar. Ao alvorecer de um dia de inverno, ela se levanta. Está decidida. Prepara uma ligeira bagagem, um embrulhozinho, um bastão de viagem, murmura adeus aos seus pais e parte. Nunca mais aquela aldeia da Lorena a verá.
Igreja, de conviver com homens nos campos de batalha, de manejar a espada.
O objetivo era provar que Joana era uma enviada do demônio. Consequentemente, se desmoralizaria o rei Carlos VII. Afinal, que espécie de rei era aquele que se deixara enganar por uma bruxa ?
Durante 6 meses ela é submetida a uma verdadeira tortura moral. Os interrogatórios são longos , cansativos. Finalmente, a execução se dá na praça central de Roeun, no dia 30 de maio de 1431.
Seu cabelo foi raspado e, por temerem a reação do povo, 120 homens armados a escoltam até o local. Ela é atada a um poste e a fogueira é acesa.
Quando as chamas a envolvem e lhe mordem as carnes, ela exclama: "Sim, minhas vozes eram de Deus! Minhas vozes não me enganaram."
Era a prova inequívoca da mediunidade que lhe guiara a trajetória terrena.
No capítulo XXXI de O livro dos médiuns, vindo a lume no ano de 1861, quando o Codificador reúne Dissertações Espíritas, confere à de Joana D'Arc o número 12, onde ela se dirige aos médiuns, em especial, concitando-os ao exercício do mediunato.
Recomenda-lhes, ainda, que confiem em seu anjo guardião e que lutem contra o escolho da mediunidade que é o orgulho.
Conselhos que ela, em sua vida terrena , na qualidade de médium, muito bem seguira.
Movida por uma fé inquebrantável, Joana d'Arc contribuiu de forma decisiva para mudar o rumo da guerra dos cem anos, entre a França e a Inglaterra.
Joana d'Arc nasceu em Domrémy, na região francesa do Barrois, em 6 de janeiro de 1412. Filha de camponeses, desde pequena distinguiu-se por sua índole piedosa e devota. Aos 13 anos, declarou que podia ouvir a voz de Deus, que a exortava a ser boa e a cumprir os deveres cristãos. A mesma voz ordenou-lhe depois que libertasse a cidade de Orléans do jugo inglês. Afirmou ainda ter visto o arcanjo são Miguel, além de santa Catarina e santa Margarida, cujas vozes ouvia.
Quando as lutas entre franceses e ingleses se aproximaram do Barrois, Joana d'Arc não retardou por mais tempo o cumprimento das ordens sobrenaturais. Partiu de sua aldeia e obteve de Robert de Baudricourt, capitão da guarnição de Vaucouleurs, uma escolta para guiá-la até Chinon, onde se achava o rei da França, Carlos VII, então escarnecido como "rei de Bourges" em alusão às reduzidas proporções de seus domínios.
O país estava quase todo em mãos dos ingleses. Os borgonheses, seus aliados, com a cumplicidade de Isabel da Baviera, entregaram a nação ao domínio britânico, pelo Tratado de Troyes. Inspirada por extraordinário patriotismo, Joana comunicou ao rei a insólita missão que recebera de Deus. Nesse encontro, em março de 1428, assombrou a todos pela segurança com que se dirigiu ao rei, que lhe entregou o comando de um pequeno exército para socorrer Orléans, então sitiada pelos ingleses. No caminho, a atitude heróica da humilde camponesa atraiu adesões para as tropas que comandava.
Chegando a Orléans, Joana intimou o inimigo a render-se. O entusiasmo dos combatentes franceses, fortalecido pela estranha figura da aldeã-soldado, fez com que os ingleses levantassem o sítio da cidade. O feito glorioso de Joana d'Arc, pelo qual foi cognominada a Virgem de Orléans, aumentou seu prestígio, mesmo entre os soldados inimigos, e alimentou a crença em seu poder sobrenatural. A coragem da heroína realizou efetivamente o milagre de erguer o espírito abatido da França. Um sopro cívico perpassou pela nação. Joana d'Arc, porém, ambicionava nova missão: levar o rei Carlos VII para ser sagrado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa, o que ocorreu em 17 de julho de 1429. Na tentativa que se seguiu da retomada de Paris, a heroína foi ferida, o que contribuiu para aumentar o patriotismo de seus conterrâneos.
No ataque que empreendeu a Compiègne, em maio de 1430, Joana foi aprisionada pelos borgonheses. Em lugar de executá-la sumariamente, como poderiam ter feito, preferiram planejar uma forma de privá-la da auréola de santa por meio da condenação por um tribunal espiritual. No jogo de interesses políticos que envolveu sua figura de heroína, Joana d'Arc não encontrou apoio por parte do rei.
Em junho, o bispo Pierre Cauchon surgiu no acampamento de João de Luxemburgo, onde se encontrava a prisioneira, e conseguiu que ela fosse vendida aos ingleses. Ambicioso, desejando obter o bispado de Rouen, então vago, Cauchon faria tudo para agradar aos donos do poder. Sem direito a defensor, confinada numa prisão laica e guardada por carcereiros ingleses, Joana d'Arc foi submetida por Cauchon a um processo por heresia, mas enfrentou os juízes com grande serenidade, como revela o texto do processo.
Para transformar a pena de morte em prisão perpétua, assinou uma abjuração em que prometia, entre outras coisas, não mais vestir roupas masculinas, como forma de demonstrar sua subordinação à igreja. Dias depois, por vontade própria ou por imposição dos carcereiros ingleses, voltou a envergar roupas masculinas. Condenada à fogueira por heresia, foi supliciada publicamente na praça do Mercado Vermelho, em Rouen, em 30 de maio de 1431. Seu sacrifício despertou novas energias no povo francês, que finalmente expulsou os ingleses de Calais. Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo papa Bento V.

Fonte: Joana D'Arc, médium - Léon Denis

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

BIOGRAFIA DE CHICO XAVIER

2/4/1910 – Nasce na cidade de Pedro Leopoldo (MG), Francisco Cândido Xavier, filho do operário João Cândido Xavier e da doméstica Maria João de Deus.
1914 – Começa a ter visões;
29/9/1915 – Perde a mãe, com apenas 5 anos. O pai, sem condições de criar os nove filhos, os entrega a padrinhos e amigos. Chico sofre na companhia da madrinha, que lhe dava surras com varas de marmelo e enfiava um garfo em sua barriga, para “curá-lo” das visões que tinha. Chorava muito e sua mãe começou a aparecer para ele, a fim de incentivá-lo a ter paciência
1917 – O pai de Chico casa-se novamente; desta vez com Cidália Batista, que reuniu todos os enteados para criar, e ainda teve seis filhos;
1919 – Começa a trabalhar, aos 8 anos, numa fábrica de tecidos;
1923 – Conclui o primário;
1924 – Com problemas nos pulmões devido ao trabalho, é aconselhado a deixar a fábrica. Emprega-se como atendente num bar.
1926 – Vai trabalhar no armazém do ex-marido da madrinha.
1927 – Depois de ver a irmã curada de uma obsessão após se tratar com um casal de espíritas, a família institui o culto do Evangelho no Lar (leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo em reunião semanal em casa). Decide dedicar-se ao espiritismo. Funda, em 21 de junho, em Pedro Leopoldo, o Centro Espírita Luiz Gonzaga. Numa sessão em 8 de julho, tomou o lápis e começou a escrever freneticamente. No fim, foram 17 páginas, assinadas por um “amigo espiritual”. Dois dias depois, psicografa uma mensagem da mãe.
1928 – Começa a psicografar poemas, a maioria anônimos, e a sofrer perseguição de religiosos e intelectuais.
1931 – Cidália morre em março e pede a Chico que não deixe os irmãos se separar de novo. O espírito Emmanuel, seu guia até o fim da vida, aparece a ele e revela sua missão. Sente pela primeira vez, os sintomas de uma catarata incurável que reduziu sua visão no olho esquerdo e lhe provocou muitas dores e sangramentos até o fim da vida.
1931 a 1932 – Psicografa diversos poemas depois condensados na primeira de suas publicações: Parnaso de Além Túmulo, que reúne 59 textos de 14 poetas famosos brasileiros e portugueses mortos, e é lançado em 9/7/1932. A publicação foi considerada um escândalo, gerando reação até da Academia Brasileira de Letras. A renda do livro é revertida para a Federação Espírita Brasileira (FEB), assim como todos os demais livros dele.
1933 – Começa a fazer bicos na Fazenda Modelo do Ministério da Agricultura, em Pedro Leopoldo. Em 1935, foi contratado como escrevente-datilógrafo e trabalhou na fazenda até se aposentar no final dos anos 50, por invalidez (doença incurável nos olhos). Apesar da precária saúde e do trabalho no centro espírita fora das horas de serviço, nunca teve uma única falta ou gozou licença médica, conforme registros do ministério, citados pela FEB.
1938 – Começa a psicografar em outubro o texto do livro Há dois mil anos, ditado por Emmanuel e publicado no ano seguinte.
1943 – Começa a psicografar o livro Nosso lar, do espírito André Luiz, publicado em 1944 e até hoje seu best-seller, com 1.782.000 exemplares vendidos até janeiro de 2010. O livro é um primeiro de uma série de 11 do autor que descreve a vida no além.
1944 – Enfrenta e vence ação movida pela família de Humberto de Campos, questionando a autenticidade de livros do autor que teriam sido psicografados por Chico e cobrando direitos autorais.
5/1/1959 – Mudou-se para Uberaba, iniciando nessa mesma data, as atividades mediúnicas, em reunião pública da Comunhão Espírita Cristã. A cidade se tornou pólo de atração de inúmeros visitantes do Brasil e exterior.
1967 – Começa a receber, em sessões públicas, recados de mortos para suas famílias, o que aumenta ainda mais a peregrinação a Uberaba.
1971 – Em 28/7, participa do programa de entrevistas Pinga-Fogo, na TV Tupi, que bate recorde de audiência e dura três horas, em vez dos 60 minutos previstos inicialmente. Em 21 de dezembro, volta ao programa, que desta vez teve quatro horas de duração.
1976 – Sofre crises de angina e dois infartos até 1982, quando passa a precisar ser assistido permanentemente por um médico, o clínico geral Eurípedes Vieira, e a tomar medicamentos diariamente.
1979 – Uma carta psicografada por ele ajuda a inocentar, em Goiânia, José Divino Nunes, acusado de matar o melhor amigo, Maurício Henriques. Foi a primeira vez que a Justiça aceitou uma psicografia como prova válida.
1981 – É indicado ao Prêmio Nobel da Paz por 10 milhões de brasileiros.
2000 – É eleito o Mineiro do Século, numa promoção da Rede Globo Minas.
30/6/2002 – Morre, aos 92 anos, de parada cardíaca, em casa em Uberaba (MG). Foi enterrado em 2/7/2002 com honras militares, debaixo de uma chuva de pétalas de rosas. Fila de 4 km foi formada durante seu velório. Por seu caixão passaram 40 pessoas por minuto.
2006 – É eleito o maior brasileiro da história, numa votação promovida pela Revista Época.
2010 – Centenário do seu nascimento.
Fontes: Biografia elaborada por Marival Veloso Matos, presidente da União Espírita Mineira, e livro “As vidas de Chico Xavier”, de Marcel Souto Maior (Editora Planeta), 2003).

VIDA E OBRA DE ADOLFO BEZERRA DE MENEZES

1831 — nasce em 29 de agosto, no Riacho do Sangue. Estado do Ceará sendo seus pais:
Antônio Bezerra de Menezes e Fabiana de Jesus Maria Bezerra.
1838 — entra para a escola pública da Vila do Frade.
1842 — continua seus estudos no Rio Grande do Norte Serra do Martins, Vila da Maioridade.
1844 — com 15 anos de idade, substitui algumas vezes o professor nas aulas de latim.
1846 — completa seus estudos preparatórios no Liceu de Fortaleza.
1851 — embarca em 5 de fevereiro para a Côrte a fim de fazer o curso de Medicina.
1852 — praticante e interno no Hospital da Santa Casa da Misericórdia.
1856 — doutora-se em Medicina, obtendo em todos os anos do curso a nota “Optima cum Laude”!
1857 — sócio efetivo da Academia Imperial de Medicina.
1858 — Cirurgião-tenente do corpo de saúde do Exército.
Casa se em 6 de novembro com D. Maria Cândida de Lacerda.
1859 — Redator dos Anais Brasilienses de Medicina até 1861.
1860 — a insistência dos moradores da freguesia de São Cristóvão inclui seu nome na lista de candidatos à vereança do Partido Liberal.
1861 — Empossado no cargo de vereador demite-se do cargo de Secretário interino do Corpo de Saúde do Exército.
1863 — Falece sua esposa D. Maria Cândida de Lacerda cm 24 de março, deixando-lhe dois filhos.
1864 — reeleito para o cargo de Vereador para o período 1864/68.
1865 — Casa-se, em 21 de janeiro com D. Cândida Augusta de Lacerda Machado com quem teve sete filhos.
1867 — Presidente interino da Câmara Municipal da Côrte.
Deputado Geral pelo Distrito da Côrte.
1873 — Reeleito vereador para o Distrito da Côrte até 1881.
1875 — Inicia o estudo do Espiritismo.
1877 — Presidente interino da Câmara Municipal da Côrte.
1878 — Presidente efetivo da Câmara Municipal da Côrte até 1881.
novamente Deputado Geral pelo Distrito da Côrte até 1885.
inclusão de seu nome na lista Senatorial do Ceará.
1879 — homenagem dos súditos portugueses residentes na Côrte ofertando-lhe seu retrato à óleo em tamanho natural pelo pintor Augusto Rodrigues Duarte.
1885 — encerra suas atividades políticas no posto de Presidente da Câmara Municipal e Deputado Geral pelo Distrito da Côrte.
1886 — em 16 de agosto proclama, publicamente, sua adesão ao Espiritismo.
1887 — inicia sob o pseudônimo de MAX uma série de artigos doutrinários espiritas em “O Pais”, jornal dirigido por Quintino Bocayuva, e no Reformador”, órgão da Federação Espírita Brasileira.
1889 — Presidente da Federação Espírita Brasileira e do Centro Espírita do Brasil.
1890 — Vice-presidente da Federação Espírita Brasileira.
Representação em defesa do Espiritismo ao Marechal Deodoro da Fonseca.
1891 — Vice-presidente da Federação Espírita Brasileira.
Traduz o livro Obras Póstumas” de Allan Kardec, editado em 1892.
1893 — Representação em defesa do Espiritismo ao Congresso Nacional.
1894 — Diretor efetivo do Centro da União Espírita de Propaganda no Brasil.
1895 — Presidente da Federação Espírita Brasileira, reeleito Presidente até seu desencarne ocorrido em:
1900 — dia 11 de abril às 11 horas e 30 minutos no Rio de Janeiro.
Anuário Espírita – 1976

ALLAN KARDEC

ALLAN KARDEC
Allan Kardec nasceu a 3 de outubro de 1804 em Lion, França, filho de Jean Baptiste-Antoine Rivail, juiz, e Jeanne Duhamel, sua esposa. O Codificador do Espiritismo recebeu o nome de Hipolite-Léon Denizard Rivail e só mais tarde, após saber que numa vida anterior, entre os druidas, havia se chamado Allan Kardec, ele adotou esse pseudônimo ao assinar “O Livro dos Espíritos”, visando dar um cunho impessoal à Doutrina dos Espíritos.
O menino Rivail fez os estudos primários em Lion e completou seus estudos em Yverdun, na Suíça, com o célebre Professor Pestalozzi, de quem se tornou um dos mais eminentes discípulos. Por diversas vezes substituiu Pestalozzi na direção do Instituto de Yverdun.
Ao completar os estudos era bacharel em Letras e Ciências. Linguista, falava corretamente o alemão, inglês, italiano, espanhol e conhecia bem o holandês. Isento do serviço militar, fundou em Paris, à rua Sèvres, nº 35, uma escola semelhante à de Yverdun.
Casou-se com a professora Amélie Gabrielle Boudet a 6 de fevereiro de 1832. Encarregou-se da escrita contábil de algumas firmas, fez diversas traduções de obras inglesas e alemãs e ainda escreveu gramáticas, aritméticas e livros para estudos pedagógicos superiores. Preparou os cursos de Levy-Àlvares, para alunos de ambos os sexos. Organizou em sua própria casa, à rua Sèvres, cursos gratuitos de química, física, astronomia e anatomia comparada, que funcionaram nos anos 1835-1840.
Foi premiado, por concurso, pela Academia Real d’Arras em 1831, ao apresentar a tese “Qual o sistema de estudo mais em harmonia com as necessidades da época?” Entre os seus trabalhos publicados constam “Plano para o melhoramento da instrução pública” (1828); “Manual de exames para obtenção dos diplomas de capacidade” (1846) e “Catecismo gramatical da língua francesa” (1848).
Rivail foi professor do Liceu Polimático em 1849 e seguiu sempre publicando obras de valor didático-pedagógico. Em 1854 ouviu falar dos fenômenos que mais tarde classificaria de mediúnicos ou “espíritas”. Após estudar profundamente os ditados mediúnicos e comprovar a natureza espiritual deles, publicou “O Livro dos Espíritos” (1857), resultado da Codificação que fez do ensino dos Espíritos, obtido através de muitos médiuns treinados e residentes em diversas partes do mundo. Depois, vieram outras obras importantíssimas para a Doutrina Espírita, cuja publicação saiu na seguinte ordem:
- O LIVRO DOS MÉDIUNS (1861);
- O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO (1864);
- O CEU E O INFERNO (1865) e
- A GÊNESE (1868).
Existem outras obras complementares de Allan Kardec que podem ser lidas depois. Estas são as fundamentais, as essenciais para o conhecimento espírita.
Texto elaborado pelo Centro Espírita “Caminho de Damasco”
União Municipal Espírita de Garça – Garça – São Paulo
Distribuído pela Comunidade Espírita Joanna de Angelis – Ipatinga – Minas Gerais.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Livros Básicos da Doutrina Espírita ( Texto extraido de Momento de reflexão)

Livros Básicos da Doutrina Espírita
Livros de Allan Kardec. Também conhecidos como "Codificação Espírita".


O que é o Espiritismo?
Obra sempre atual, útil aos adeptos da Doutrina Espírita, como também àqueles que desejam conhecer a natureza do Espiritismo e a definição de seus pontos fundamentais. A lógica e o bom senso de Allan Kardec aí se evidenciam, desconcertando os negativistas e clareando as indagações dos que acreditam e aspiram à vida superior. Divide-se em 3 capítulos: O primeiro, sob a forma de diálogos com um crítico, um céptico e um padre, traz respostas àqueles que desconhecem os princípios básicos da Doutrina, bem como apropriadas refutações aos seus contraditores. O segundo capítulo, expõe partes da ciência prática e experimental, caracterizando-se como um resumo de O Livro dos Médiuns. No terceiro capítulo, é publicado o resumo de O Livro dos Espíritos, com a solução, apontada pela Doutrina Espírita, de problemas de ordem psicológica, moral e filosófica. Contém também a biografia de Allan Kardec, por Henri Sausse.

O Livro dos Espíritos
Dos cinco livros fundamentais que compõem a Codificação do Espiritismo, este foi o primeiro, reunindo os ensinos dos Espíritos Superiores através de médiuns de várias partes do Mundo. Ele é o marco inicial de uma Doutrina que trouxe uma profunda repercussão no pensamento e na visão de vida de considerável parcela da Humanidade, desde 1857, data da primeira edição francesa. Estruturado em quatro partes e contendo 1.019 perguntas formuladas pelo Codificador, aborda os ensinamentos espíritas, de uma forma lógica e racional, sob os aspectos científico, filosófico e religioso. Independentemente de crença ou convicção religiosa, a leitura de "O Livro dos Espíritos" será de imenso valor para todos, porque trata de Deus, da imortalidade da alma, da natureza dos Espíritos, de suas relações com os homens, das leis morais, da vida presente, da vida futura e do porvir da Humanidade, assuntos de interesse geral e de grande atualidade.

O Livro dos Médiuns
Reúne "o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os tropeços que se podem encontrar na prática do Espiritismo". Apresenta ainda, na parte final, precioso vocabulário básico espírita. De leitura e consulta indispensável para os espíritas, será sempre uma preciosa fonte de conhecimento também para qualquer pessoa indagadora e atenta ao fenômeno mediúnico, que se manifesta crescentemente no mundo inteiro, dentro ou fora das atividades espíritas. Sendo os homens parte integrante do intercâmbio entre os dois planos da vida o material e o espiritual, o melhor é que conheçamos, e bem, os mecanismos desse relacionamento. "O Livro dos Médiuns" é o manual mais seguro para todos os que se dedicam às atividades de comunicação com o Mundo Espiritual.

O Evangelho Segundo o Espiritismo
"O Evangelho segundo o Espiritismo" é o ensino moral do Cristo Jesus para os cristãos de qualquer crença, desenvolvido pelos Espíritos de Luz em comunicações mediúnicas recolhidas, organizadas, comentadas e trazidas a público pelo Codificador Allan Kardec. Se o leitor é cristão, leia com aplicação o ensino moral do Mestre Jesus para a Humanidade sofredora e dê-se conta de conteúdos que talvez nunca antes tenha percebido, ou compreendido plenamente. Se não é cristão, mas um espírito indagador, leia com respeito a orientação desse Espírito divino, dada há dois mil anos e sempre atual, em seu caráter educativo, motivador e consolador.

O Céu e o Inferno
Seu principal escopo é explicar a Justiça de Deus à luz da Doutrina Espírita. Objetiva demonstrar a imortalidade do Espírito e a condição que ele usufruirá no Mundo Espiritual, como conseqüência de seus próprios atos. Divide-se em duas partes: A primeira, estabelece um exame comparado das doutrinas religiosas sobre a vida após a morte. Mostra fatos como a morte de crianças, seres nascidos com deformações, acidentes coletivos e uma gama de problemas que só a imortalidade da alma e a reencarnação explicam satisfatoriamente. Kardec procura elucidar temas como: anjos, céu, demônios, inferno, penas eternas, purgatório, temor da morte, a proibição mosaica sobre a evocação dos mortos, etc. Apresenta, também, a explicação espírita contrária à doutrina das penas eternas. A segunda parte, resultante de um trabalho prático, reúne exemplos acerca da situação da alma durante e após a desencarnação. São depoimentos de criminosos arrependidos, de espíritos endurecidos, de espíritos felizes, medianos, sofredores, suicidas e em expiação terrestre. Livros da Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, 1857; O Livro dos Médiuns, 1861; O Evangelho segundo o Espiritismo, 1864; O Céu e o Inferno, 1865; A Gênese, 1868.
A Gênese
É um livro que, conhecido e estudado, proporciona uma oportunidade excepcional de imersão em grandes temas de interesse universal, abordados de forma lógica, racional e reveladora. Divide-se em três partes: Na primeira parte, analisa a origem do planeta Terra, de forma coerente, fugindo às interpretações misteriosas e mágicas sobre a criação do mundo; Em sua segunda parte, aborda a questão dos milagres, explicando a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho; Na terceira parte enfoca as predições do Evangelho, os sinais dos tempos e a geração nova, que marcará um novo tempo no Mundo com a prática da justiça, da paz e da fraternidade. Os assuntos apresentados nos dezoito capítulos desta obra têm como base a imutabilidade das grandiosas Leis Divinas.

Obras Póstumas
Obra publicada após a desencarnação de Allan Kardec, apresenta, no começo, bem escrita biografia do Codificador, seguida do discurso que Camille Flammarion pronunciou quando do seu sepultamento. Reunindo importantes registros deixados por Allan Kardec, acerca de pontos doutrinários e fundamentação do Espiritismo, divide-se este trabalho em duas grandes partes. A primeira aborda assuntos como: caráter e conseqüências religiosas das manifestações dos Espíritos; as cinco alternativas da Humanidade; questões e problemas; as expiações coletivas; liberdade, igualdade, fraternidade; música espírita; a morte espiritual; a vida futura A segunda inclui apontamentos em torno da iniciação espírita e o roteiro missionário de Kardec, assim como uma "exposição de motivos", apresentada na "Constituição do Espiritismo", como precioso legado do mestre lionês às sociedades espíritas do futuro.

O Espiritismo é Cristão
Há muita má informação e inverdades sobre o Espiritismo ditas por aí, e a intenção ao fazer esse texto foi esclarecer os principais argumentos existentes. Ao ler os textos dessa obra, tenha em mãos a Bíblia para confrontação e, principalmente, o coração livre de quaisquer preconceitos –contra o Espiritismo ou contra qualquer outra religião. Tenha também em mente o único objetivo de obter informações e esclarecimentos. Mentes desavisadas podem levar esses conceitos e conhecimentos aqui apresentados para o campo do combate religioso, o qual destacamos, não deve ser o objetivo.