DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DA CASA
Segunda -Feira
16:30 - Grupo de Estudos ( Evangelho e Obras de André Luis)
18:30 -Atendimento Fraterno e Apoio Vibratório
19:00 - Sessão Doutrinaria e Passes
Terça - Feira
18:45 - Grupos de Estudos (CIED E ESDE)
Quinta- Feira
18:30- Atendimento Fraterno
19:00- Sessão Doutrinaria e Passes
19:45- Grupo de Estudos Trabalhadores
Sábado
10:30 Evangelização Infantil e Jovens
Trabalho Social, com distribuição de ranchos para pessoas carentes.
OBS: somente para os que são cadastrados em nossa casa.

sábado, 9 de abril de 2011

A PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA

A Páscoa é o momento em que os cristãos lembram de Jesus.
Mas qual é o sentido de lembrarmos deste evento?
A maior razão para isto é a lembrança da mensagem maior da doutrina do Cristo, que ficou bem clara no seu Evangelho: para ele toda região,toda sua filosofia consiste no Amor.
Cristo nos trouxe a possibilidade de comunhão com o Pai pela visão fraternal e pela caridade: “Meu reino não é deste mundo”, disse a Pilatos. Assim Jesus enfrentou o suplício e a morte como libertação, dando-nos a lição de que podemos encarar as dificuldades da vida com mais serenidade e conquistando assim, pela fé, a calma de espírito que abranda as amarguras.
O sofrimento de Jesus na cruz, lembra as provas e expiações que temos de enfrentar. Suas palavras: “Amai o vosso próximo como a vós mesmos” é a lição que nos deixou.
O jejum que devemos praticar, não só na Páscoa, mas a cada dia, é o da supressão dos excessos, a eliminação do supérfluo, os requintes da mesa e do vestuário. Este deve ser o jejum, a penitência.
O corpo é instrumento sagrado e devemos conservá-lo no melhor estado de saúde e na melhor disposição para podermos bem cumprir nossa missão na terra. Dominar os apetites da matéria, ajustando a satisfação de suas exigências ao absolutamente necessário para manter o corpo bem nutrido e saudável.
Aí está o nosso sacrifício, o nosso jejum. E é assim que conseguiremos dominar a matéria fazendo com que o espírito seja dela superior.
Com este jejum, que fortalecerá nossa vontade para o bem e que, com o recolhimento atrairá as forças espirituais, haverão de aumentar nossas boas disposições para o cumprimento de nossos deveres.
Jejuemos, jejuemos muito, entregando-nos a um jejum absoluto de más ações e vivamos sempre no mais austero recolhimento interior, ainda que estejamos em contato com os outros e teremos assim sabido interpretar fielmente a lição que Jesus quis dar ao recomendar o jejum.
Sua retirada ao deserto equivale ao recolhimento, o voltar-se para dentro de si, conhecendo-se e procurando viver em harmonia consigo, com os outros e consequentemente com Deus.