Fundada em 25 de agosto de 1935 Rua General Osório 1805 Taquari RS
DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DA CASA
Segunda -Feira 16:30 - Grupo de Estudos ( Evangelho e Obras de André Luis)
18:30 -Atendimento Fraterno e Apoio Vibratório
19:00 - Sessão Doutrinaria e Passes
Terça - Feira
18:45 - Grupos de Estudos (CIED E ESDE)
Quinta- Feira
18:30- Atendimento Fraterno
19:00- Sessão Doutrinaria e Passes
19:45- Grupo de Estudos Trabalhadores
Sábado
10:30 Evangelização Infantil e Jovens
Trabalho Social, com distribuição de ranchos para pessoas carentes.
OBS: somente para os que são cadastrados em nossa casa.
sábado, 17 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O Silencio de Cristo
Uma antiga lenda norueguesa narra este episódio sobre um homem chamado Haakon, que cuidava de uma ermida à qual muita gente vinha orar com devoção. Nesta ermida havia uma cruz muito antiga, e muitos vinham ali para pedir a Cristo que fizesse algum milagre.
Certo dia, o eremita Haakon quis também pedir-lhe um favor. Impulsionava-o u m sentimento generoso. Ajoelhou-se diante da cruz e disse: - Senhor, quero padecer por vós. Deixai-me ocupar o vosso lugar.
Quero substituir-vos na Cruz. E permaneceu com o olhar pendente da cruz, como quem espera uma resposta. O Senhor abriu os lábios e falou. As suas palavras caíam do alto, sussurrantes e admoestadoras: - Meu servo, cedo ao teu desejo, mas com uma condição. - Qual é, Senhor?, perguntou com acento suplicante Haakon.
É uma condição difícil? Estou disposto a cumpri-la com a tua ajuda! - Escuta-me: Aconteça o que acontecer, e vejas tu o que vires, deves guardar s sempre o silêncio. Haakon respondeu: - Prometo-o, Senhor! E fizeram a troca sem que ninguém o percebesse.
Ninguém reconheceu o eremita pendente da cruz; quanto ao Senhor, ocupava o l ugar de Haakon. Durante muito tempo, este conseguiu cumprir o seu compromisso e não disse nada a ninguém. Certo dia, porém, chegou um rico. Depois de orar, deixou ali esquecida a sua bolsa. Haakon viu-o e calou.
Também não disse nada quando um pobre, que veio duas horas mais tarde, se a propriou da bolsa do rico. E também não quando um rapaz se prostrou diante dele pouco depois para p pedir-lhe a sua graça antes de empreender uma longa viagem.
Nesse momento, porém, o rico tornou a entrar em busca da bolsa. Como não encontrasse, pensou que o rapaz se teria apropriado dela; Voltou-se para ele e interpelou com raiva: - Dá-me a bolsa que me roubaste! O jovem, surpreso, replicou-lhe: - Não roubei nenhuma bolsa! - Não mintas; devolve-me já! - Repito que não apanhei nenhuma bolsa! O rico arremeteu furioso contra ele. Soou então uma voz forte:
- Para! O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. Haakon, que não c conseguiu permanecer em silêncio diante daquela injustiça, gritou-lhe, d defendeu o jovem e censurou o rico pela falsa acusação.
Este ficou aniquilado e saiu da ermida. E o jovem saiu também porque t tinha pressa para empreender a sua viagem. Quando a ermida ficou vazia, Cristo dirigiu-se ao seu servo e disse-lhe: - Desce da Cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não soubeste g guardar silêncio. - Mas, Senhor, como podia eu permitir essa injustiça? Trocaram de lugar. Cristo voltou a ocupar a cruz e o eremita permaneceu d diante dela.
O Senhor continuou a falar-lhe: - Tu não sabias que era conveniente para o rico perder a bolsa, pois t razia nela o preço da virgindade de uma jovem. O pobre, pelo contrário, tinha necessidade desse dinheiro; quanto ao rapaz que ia receber os golpes, a suas feridas o teriam Impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal: faz uns minutos que o s eu barco acaba de soçobrar e que ele se afogou.
Tu também não sabias isto; mas Eu sim. E por isso me calo. E o Senhor tornou a guardar silêncio. Muitas vezes nos perguntamos por que Deus não nos responde. Por que Deus s e cala?
Muitos de nós gostaríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir, mas Ele não o faz: responde-nos com o silêncio. Deveríamos aprender a escutar e esse silêncio. O Divino Silêncio é uma palavra destinada a convencer-nos de que Ele, sim, sabe o que faz. Com o seu silêncio, diz-nos carinhosamente: quanto; Confia em mim, sei o que é preciso fazer!
Prece de Abigail
Senhor Deus, pai dos que choram,
Dos tristes, dos oprimidos
Fortaleza dos vencidos,
Consolo de toda a dor,
Embora a miséria amarga
Dos prantos de nosso erro,
Deste mundo de desterro,
Clamamos por vosso amor!
Nas aflições do caminho,
Na noite mais tormentosa
Vossa fonte generosa
É o bem que não secará...
Sois, em tudo, a luz eterna
Da alegria e da bonança
Nossa porta de esperança
Que nunca se fechará.
Quando tudo nos despreza
No mundo da iniqüidade,
Quando vem a tempestade
Sobre as flores da ilusão!
Ó Pai, sois a luz divina,
O cântico da certeza,
Vencendo toda aspereza,
Vencendo toda aflição.
No dia da nossa morte,
No abandono ou no tormento,
Trazei-nos o esquecimento
Da sombra, da dor, do mal!
Sintamos a luz da vida
Renovada e redimida
Na paz ditosa e imortal".
A prece de Abigail, junto ao Irmão Jeziel Da obra PAULO E ESTÊVÃO – Cap. 8
Psicografia de Francisco Candido Xavier; Ditada por Emmanuel
Dos tristes, dos oprimidos
Fortaleza dos vencidos,
Consolo de toda a dor,
Embora a miséria amarga
Dos prantos de nosso erro,
Deste mundo de desterro,
Clamamos por vosso amor!
Nas aflições do caminho,
Na noite mais tormentosa
Vossa fonte generosa
É o bem que não secará...
Sois, em tudo, a luz eterna
Da alegria e da bonança
Nossa porta de esperança
Que nunca se fechará.
Quando tudo nos despreza
No mundo da iniqüidade,
Quando vem a tempestade
Sobre as flores da ilusão!
Ó Pai, sois a luz divina,
O cântico da certeza,
Vencendo toda aspereza,
Vencendo toda aflição.
No dia da nossa morte,
No abandono ou no tormento,
Trazei-nos o esquecimento
Da sombra, da dor, do mal!
Sintamos a luz da vida
Renovada e redimida
Na paz ditosa e imortal".
A prece de Abigail, junto ao Irmão Jeziel Da obra PAULO E ESTÊVÃO – Cap. 8
Psicografia de Francisco Candido Xavier; Ditada por Emmanuel
Assinar:
Postagens (Atom)